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terça-feira, 31 de maio de 2011

A Lenda de Roma

Numitor, rei de Alba, fora desmoronado por Amúlio, seu irmão.
Amúlio obrigou Rea Sílvia, filha única de Numitor, a passar os seus dias virgem em serviço no templo de Vesta (deusa da terra), porque assegurou-se de que Numitor não teria herdeiros.
Mas Rea desobedeceu Amúlio e apareceu com dois gémeos, Rómulo e Remo.
Seu pai era Marte (deus da guerra). Quando Amúlio descobriu, mandou matar Rea Sílvia e mandou lançar os seus filhos para o rio Tibre.
Uma loba encontrou os dois gémeos na margem do rio e alimentou-os com o seu leite.
A loba cuidou deles até que um senhor chamado Fáustulo, um dos pastores do velho rei, encontrou-os e adoptou-os como se fossem seus filhos.
Quando eles cresceram, Fáustulo revelou-lhes quem era o seu pai e descreveu-lhes a sorte da mãe. Rómulo e Remo vingaram-na matando Amúlio e repuseram Numitor no trono.
Depois decidiram edificar uma cidade junto ao rio Tibre.
Conscientes de que só um podia governar, pediram conselho aos deuses.
Eles abriram uma rota para assinalar o sítio onde deveriam assentar as muralhas.
Mas Remo troçou dele, saltando por cima da rota e dizendo que os inimigos de Roma seriam capazes de passar por cima das muralhas com a mesma facilidade. Rómulo ficou muito furioso e matou o irmão.
A cidade foi construída. Ela tinha quem a governasse, mas não tinha habitantes. Por isso Rómulo declarou o pequeno bosque de Roma sagrado, como direito de asilo e, em breve ficou cheio de salteadores e de fugitivos, que Rómulo acolheu como seus súbditos.
A cidade de Rómulo não tinha mulheres, por isso, Rómulo e os seus homens raptaram muitas mulheres sabinas, levando-as para Roma. Seguiu-se uma guerra sangrenta, mas foram as próprias mulheres que deram termo à luta, pedindo aos seus maridos e aos seus pais que não se matassem inutilmente.
Marte, pai de Rómulo, pediu ao poderoso Júpiter que fizesse de Rómulo um deus, porque ele não seria por muito tempo o rei terreno.
Quando Júpiter concordou, Marte levou Rómulo consigo. O corpo do homem que lá vivera desfez-se em ar muito leve e Rómulo passou a ser um deus.

terça-feira, 24 de maio de 2011

História do Teatro



O teatro evoluiu ao longo dos séculos com o Homem.
O teatro primitivo era uma espécie de danças que representavam o seu dia-a-dia, um ritual de celebração, agradecimento ou perda. Ao longo do tempo o homem passou a realizar rituais sagrados para agradarem à Natureza, harmonizando-se com ela.
O primeiro evento com diálogos registrados foi uma apresentação de peças sagradas no Egipto, sobre a história de Osiris e Ísis.
Mas foi na Grécia que surgiu o teatro, em honra do Deus do Vinho, Dionísio. Assim, apareceram as primeiras histórias e textos teatrais.
No século XIX havia muita preocupação com os cenários, e até mesmo cavalos vivos subiam ao palco.
A Europa da primeira metade do século XX foi palco de grandes tragédias e profundas mudanças.
Um dos dramartugos mais conhecidos foi William Shakespeare.
Há vários teatros como a Broadway, Globe Theatre, entre muitos outros...

terça-feira, 10 de maio de 2011

Conquistas do Império Romano


Animação que ilustra a expansão do território Romano:
- Castanho : República Romana
- Roxo: Império Romano
- Azul: Império ocidental
- Verde: Império Oriental

Roma sempre foi muito relacionada às suas conquistas militares durante os seus 12 séculos de existência. Roma foi quase sempre muito bem sucedida, desde as suas primeiras conquistas na Península Itálica até ás suas lutas finais com os Bárbaros.
Roma fez conquistas em grande parte da Europa Ocidental, do Norte de África e uma pequena parte da Ásia.
As conquistas Romanas deram-se em grande parte devido à sua ciência militar mas também devido à sua organização e empenho militar.
Alguns dos grandes líderes militares de Roma foram: Júlio César; Lúcio Cornélio Sula; Caio Máio; Pompeu, o Grande; Cipião; Quintos Fabius e Maximus Verrucosus.
Eles criaram armas que envolviam táctica e força, tais como: o corvo, o gládio, o pilo e a catapulta.
Mas as suas guerras não foram apenas para expansão de território. Tal como qualquer Império, também tiveram rebeliões e revoltas dentro da cidade.

O Gladiador

Esta semana decidimos falar sobre o filme "O Gladiador."

É um filme americano realizado por Ridley Scott e com a participação dos actores: Russell Crowe, Joaquin Phoenix, Connie Nielsen, Ralf Möller, etc... Foi lançado a 5 de Maio de 2000, foi um enorme sucesso e venceu vários prémios. Ganhou 5 Óscares.
Russel Crowe interpreta o papel de um General Maximus Decimus Meridius.
No ano de 180 d.C. o general romano Maximus prepara o seu exército para impedir a invasão dos Bárbaros germânicos. O seu imperador era Marco Aurélio. Após combate, Maximus fica a saber que o seu Imperador com receio da sua morte quer lhe passar o império romano. A trama do filho do Imperador mata o pai assim assume o comando do império Romano. Enquanto Commudos filho do imperado assume o comando do Império, Maximus torna-se escravo e Gladiador a travar batalhas no famoso "Coliseu de Roma" (divertimento dos romanos na época).
Maximus após a morte da sua mulher e filho está disposta a travar batalhas para vingar-se.
Se quiserem saber mais sobre o filme, vejam-no, pois nós recomendamos a sua visualização!

terça-feira, 3 de maio de 2011

A mitologia romana

Hoje vamos falar de alguns deuses romanos mas para já nós damos aqui uma lista dos deuses principais:

Baco:deus das festas, do vinho, do lazer e do prazer
Cupido:deus do amor
Diana:deusa da caça muitas vezes relacionada com os ciclos da Lua
Esculápio:deus da medicina
Fortuna:deusa da riqueza e da sorte
Juno:deusa da força vital, deusa dos deuses
Júpiter:deus dos deuses, senhor do Universo
Marte:deus da guerra
Mercúrio:deus mensageiro
Minerva:deusa da sabedoria
Netuno:deus dos mares
Plutão:deus do submundo e das riquezas dos mortos*
Saturno:deus da agricultura
Tellus:deusa da terra - Mãe Terra
Venus:deusa da beleza e do amor
Vulcano:deus do fogo


O deus Jupiter(em latin,luppiter)




é o deus dos deuses, do universo.


Na mitologia romana Jupiter


é o pai de Marte. Assim Jupiter


é o avô Rómulo e Remo, os lendários


fundadores de Roma.


Jupiter é filho de Saturno


e Cíbele.

O Neptuno deus dos oceanos,


mares e rios, filho de Saturno


e irmão de Jupiter e Plutão.


Plutão deus dos mortos,


do submundo e das riquezas


dos mortos.


Plutão era casado com a


sobrinha Prosérpina,

filha de Ceres.

terça-feira, 26 de abril de 2011

O 25 de Abril

Esta semana resolvemos falar sobre o 25 de Abril e Revolução dos Cravos.

A revolução dos cravos trata-se de um período da História de Portugal resultante de um golpe militar que teve lugar no dia 25 de Abril de 1974.
Este golpe foi conduzido por um movimento militar, o Movimento das Forças Armadas (MFA), composto por oficiais intermédios da hierarquia militar; muitos deles eram capitães que tinham participado na Guerra Colonial.
Com uma conjuntura mais estável, foi possível prosseguir com os trabalhos da Assembleia constituinte e conseguir chegar a uma nova Constituição Democrática.
Na sequência destes eventos foi instituído em Portugal um feriado nacional no dia 25 de Abril, chamado "Dia da Liberdade"
O cravo vermelho tornou-se o símbolo da Revolução de Abril.
Aqui temos a história dos cravos:
De manhã o povo começou a juntar-se nas ruas, juntamente com os soldados revoltosos. Entretanto uma florista, que levava cravos para um hotel, teria dado um cravo a um soldado, que o colocou no cano da espingarda. Os outros soldados vendo a rua cheia de floristas imitaram-no enfiando os cravos também na sua espingarda.

terça-feira, 22 de março de 2011

Mitologia Grega


Na Antiga Grécia acreditavam na existência de vários Deuses e que eles viviam no monte Olimpo.

Alguns dos Deuses são:
- Zeus (rei de todos os Deuses)
- Poseidon (Deus do mar e irmão de Zeus)
- Athenas (Deusa da sabedoria)
- Afrodite (Deusa do amor)
- Artemisa (Deusa da caça)
- Hermes (Mensageiro dos Deuses)
- Apolo (Deus da juventude)
- Hefesto (Deus do fogo)
- Hera (Deusa do casamento, irmã e mulher de Zeus)
Entre outros...

Na antiga Grécia também acreditavam em Semi-Deuses (nome que se dava ao filho ou filha de um Deus e de um humano) tais como:
- Herácles
- Titã
- Hércules
Entre outros.

Antes de Zeus, o rei de todos os Deuses era Cronos, pai de Zeus, Poseidon, Hades, Hera, Deméter e Héstia. Mas Zeus ficou obsecado com o poder e, tal como Cronos o tinha feito antes, matou o seu pai, e ficou a governar. Poseidon e Atenas odiavam-se porque o povo tinha escolhido Atenas para governar a cidade. Hades, irmão de Zeus não morava no monte Olimpo porque depois de subir ao poder, Zeus condenou-o a governar no Submundo.

terça-feira, 15 de março de 2011

A localização da Grécia

A Grécia situa-se na Península Balcânica, é banhada a ocidente pelo mar Jónico, a oriente pelo mar Egeu e a sul pelo mar Mediterrânio.
A Grécia antiga tinha um território maior que o de hoje. Era constítuida por várias ilhas e
colónias espalhadas pelo mar Mediterrânio e mar Negro.
No séc.VIII a.c., ouve um grande aumento da população, das terras férteis e das matérias-primas.
O solo da Grécia é muito montanhoso e de difícil acesso. O clima é no geral seco, tendo assim verões secos e quentes. Os cursos de água são raros e pouco importantes, por essa razão as terras cultivadas são escassas.
Em meados do séc.VIII a.c., pequenos povoados agruparam-se e deram origem às pólis ou cidades-estado. Estas eram independentes, tinham a mesma língua, costumes e crenças.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Uma lenda do Egipto


Esta semana, vamos falar de uma «lenda do Egipto» que aprendemos na aula de história.

A lenda fala de um rei chamado Osíris. Osíris governava o Egipto e era casado com Ísis.

Osíris tinha vários irmãos chamados: Nêmes, Set e Ísis. Set era o deus do vento do deserto e tinha uma enorme inveja do irmão Osíris.

Um dia Set organizou uma festa e, durante a festa, foi buscar um baú. Depois, perguntou aos convidados quem conseguiria caber lá dentro. Ninguém conseguiu, a não ser Osíris. No momento em que Osíris entrou no baú, Set fechou-o muito bem e atirou-o para o rio Nilo.

A mulher de Osíris desconfiou que tivesse acontecido qualquer coisa ao seu marido pois ele não regressava da festa, por isso ela própria foi procura-lo.
Quando o encontrou dentro do baú, levou-o a Anúbis para ele o ressuscitar. Set ficou furioso quando descobriu que Osíris tinha sido ressuscitado e resolveu mata-lo novamente. Cortou-o em pedaços e espalhou os mesmos pelo mundo.

Ísis, quando descobriu, foi pedir a irmã Nêmes para a ajudar a encontra-lo.
Quando encontraram todos os pedaços de Osíris, Ísis levou-os a Anúbis e ele conseguiu dar-lhe vida. Por isso Osíris passou a ser o rei dos mortos.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O Faraó Tutankhamon

Desta vez decidimos falar do Faraó Tutankhamon.
Este faraó nasceu no Egipto por volta de 1346 a.C. Era filho do Faraó Akhenaton.
Ainda existem muitas dúvidas sobre a vida de Tutankhamon. Foi o último faraó da 18ª dinastia. Durante seu curto período de governo, levou a capital do Egito para Memphis e retomou o politeísmo, que havia sido abandonado pelo pai Akhenaton.
Alguns pesquisadores acreditam que tenha sido vítima de uma conspiração na corte e, possivelmente, tenha sido assassinado com um golpe na cabeça, pois o crânio da múmia do faraó apresenta uma perfuração.
Estudos mais recentes efectuados na múmia do faraó revelaram que a causa mais provável da sua morte tenha sido malária. Tutankhamon era também portador de uma doença conhecida como Kohler-Freiberg que provoca inflamação em cartilagens e ossos dos pés.

Tesouros de Tutankhamon

A importância atribuída para este faraó está relacionada ao facto do seu túmulo situar-se no Vale dos Reis e por ter sido encontrado intacto. Nele, o arqueólogo inglês Howard Carter encontrou, em 1922, uma grande quantidade de tesouros. O corpo mumificado de Tutankhamon também estava no túmulo, dentro de um sarcófago, coberto com uma máscara mortuária de ouro. O caixão onde estava a múmia do faraó também é de ouro maciço. No tumulo de Tutankhamon foram encontradas mais de cinco mil peças (tesouros). Entre os objectos estavam jóias, objectos pessoais, ornamentos, vasos, esculturas, armas, etc. Durante a escavação do tumulo de Tutankhamon, alguns trabalhadores da equipa morreram de forma inesperada. Criou-se então a lenda da Maldição do Faraó. Na parede da pirâmide foi encontrada uma inscrição que dizia que morreria aquele que perturbasse o sono eterno do faraó. Porém, verificou-se depois que algumas pessoas morreram após ter respirado fungos mortais que estavam concentrados dentro da pirâmide.

Os Deuses do Antigo Egipto

Os egípcios eram um povo extremamente religioso. Eram politeístas, isto é, acreditavam na existência de vários deuses.
Amon-Rá era o deus do Sol -"O mais venerado e pai do Faraó";
Osíris, que os egípcios acreditavam ter sido o primeiro rei-deus a governar a terra egípcia e que presidia ao julgamento dos mortos;
Ísis, a esposa de Osíris e mãe de Hórus, o deus-falcão, protector dos faraós;
Outras divindades igualmente veneradas eram: Maat, deusa da verdade e da justiça;
Anúbis, deus dos embalsamamentos ou da mumificação.
Os deuses egípcios, na sua maioria, simbolizavam forças da natureza e eram imaginados como seres benéficos e protectores. Os egípcios representavam os deuses umas vezes com formas animais, outras vezes com a forma humana, e, outras vezes, ainda, com forma mista, humana e animal.
Os egípcios acreditavam na vida para além da morte.
Após a morte, a alma iria comparecer no Tribunal de Osíris, onde seria julgada.
Eles também tinham vários ritos funerários: um deles era a mumificação dos mortos.
A construção de grandes túmulos foi uma manifestação de culto dos mortos.

O templo egípcio é composto por cinco compartimentos:
1 – Pilone, grande porta de entrada;
2 – Obelisco;
3 – Pátio ao ar livre;
4 – Sala hipostila com tecto sustentado por colunas;
5 – Santuário, com a estátua do deus.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Imperador Romano - Júlio César

Gaius Julius Caesar foi um líder militar e político da Républica. As suas conquistas na Gália estenderam o domínio romano até ao Oceano Atlântico: um feito de consequências dramáticas na história da Europa.
Este imperador nasceu por volta de 100 a.C., de uma família romana de classe alta, de antiga linhagem; dizia-se descendente dos primeiros reis de Roma.

César cresceu em meio a intensos conflitos políticos que arruinaram a decadente República Romana. Ligado por família e casamento aos reformistas populares, liderados por seu tio Caio Mário, César teve sorte de escapar com vida quando o grupo rival conservador, Optimates (Partido da Nobreza), se impôs na ditadura de Sila, em 81 a.C. O revés retardou progressos na carreira do jovem ambicioso César, e ele só alcançou proeminência quando tinha mais de 30 anos. César começou a chamar atenção mais por escândalos do que por talento. Era insaciável mulherengo, famoso pelos casos com mulheres casadas – talvez pai de um dos seus assassinos, Marcos Brutus. Para se destacar em cargo público gastou bem mais do que as posses permitiam, endividando-se profundamente. Assumiu uma posição política de populista radical defendendo, por exemplo, a distribuição de terras para veteranos de guerra e pobres. Não tinha a confiança da elite romana, que o considerava sem escrúpulos na ânsia por riqueza e poder.

Em 60 a.C., César fez aliança particular com o rico e poderoso general e político Marco Licínio Crasso e com Pompeu, o mais vitorioso general de Roma, com o intuito de dominarem a política romana. César era o membro mais novo da aliança (o primeiro triunvirato), mas ela lhe garantiu a eleição de cônsul, o mais alto cargo do Estado. Depois foi nomeado para governar as províncias romanas da Gália (atual França), onde foi enérgico e implacável nas campanhas contra tribos célticas e germânicas. Cesar não se limitou a seu território. Cruzou o Reno e fez incursões na Alemanha; ao norte, alcançou o rio Tâmisa, na Britânia. As vitórias lhe trouxeram riqueza e glória, além de instrumentos para alcançar o poder; compartilhou privações e perigos nas marchas e batalhas com seus legionários, os enalteceu e os recompensou, que em troca eram mais leias a ele do que a República.

No final de 50 a.C., o Senado, controlado por Pompeu, ordenou a César o desmobilizar as legiões depois da conclusão do bem-sucedido governo de dez anos na Gália. César recusou-se a obedecer e atravessou com as legiões o rio Rubicão, que separava a Gália Cisalpina (região da Gália ao sul dos Alpes) da província da Itália. Ocupou com facilidade Roma e iniciou guerra aberta contra Pompeu pelo domínio do mundo romano. Depois de dois anos de luta, em agosto de 48 a.C., César conseguiu a vitória na batalha de Farsalo. Pompeu foge, mas é morto no Egito um mês depois. Apesar de os filhos de Pompeu, Sexto e Gneu continuarem com a guerra civil até 45 a.C., a extraordinária habilidade militar de César lhe deu o poder supremo que buscava.

Durante seu breve governo, César revelou zelo por inovação e reforma. Reduziu pela metade o número de cidadãos romanos dependentes da ração de pão do Estado, enviando os destituídos para colônias na Itália e no exterior, e reformou o calendário. Mas demonstrou também grande arrogância. Por exemplo, a República havia no passado nomeado um “ditador” temporário, líder com poderes excepcionais para lidar com emergências, mas César assumiu o papel permanente, e divulgou o fato em moedas.

Em 15 de março de 44 a.C, César planejou comandar um exército contra os partas, no Oriente Médio. Um grupo de senadores comandados por Caio Cássio, Longino e Marco Brutus, motivados por ideais republicanos e desejo de defender privilégios, conspirou para matá-lo antes de deixar Roma. César foi esfaqueado na Cúria, onde iria discursar no Senado. A morte causou distúrbios e, ironicamente o fim da República que os assassinos queriam restaurar. Dois anos depois de sua morte o Senado o aclamou deus. É lembrado até hoje como talentoso e grande líder militar. Seu nome foi adorado e usado como título por todos os imperadores romanos.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

A civilização egípcia

Uma das civilizações mais importantes da história Antiga desenvolveu-se na região do Crescente fértil, mais exactamente no nordeste de África e é caracterizada pela existência de desertos e pela vasta planície do rio Nilo.
Nas montanhas centrais africanas, onde nasce o rio Nilo, caem abundantes chuvas nos meses de junho a setembro, provocando inundaçoes frequentes nas áreas mais baixas e causando a fertilidade nas margens do rio.
A Agricultura era a principal actividade económica do egipto (cereais, linho e o vinho...)

O Faraó:

O faraó era o título atribuído aos reis no antigo egipto. O faraó tinha o poder administrativo, promovia a riqueza do país e era o chefe do exército e juiz.
A seguir ao faraó vinha a família real. Abaixo do faraó e da família real, a sociedade egípcia era constítuida por grupos ou estratos sociais de riqueza e de poderes distintos: sacerdotes, nobres, escribas, comerciantes, artesãos, camponeses e escravos.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Monumentos Megalíticos

Os monumentos megalíticos são grandes construções feitas de grandes pedras, tais como: dólmens ou menires.
Os dólmens caracterizam-se por terem uma câmara da forma de um polígono ou de um círculo e eram utilizados para o culto dos mortos. As grandes pedras em posição vertical são em número variável, entre seis e nove. A laje horizontal é designada de chapéu, mesa ou tampa. Existem câmaras dolménicas que chegam a ter a altura de seis metros. Quando a superfície da câmara dolménica não supera o metro quadrado, considera-se que é um monumento megalítico denominado cista.
O menir, também denominado perafita, é um monumento pré-histórico de pedra, cravado verticalmente no solo, às vezes de tamanho bem elevado. A palavra menir foi adoptada do Francês, pelos arqueólogos do século XIX, significando men = pedra e hir = longa. No Bretão moderno usa-se a palavra peulvan. Em Português também se denomina perafita, do latim "petra ficta" ("pedra fixa/fincada").

O Antigo Egipto

O Egipto localiza-se no nordeste de África e é atravessado pelo rio Nilo.
Nenhuma civilização é tão antiga como o Egipto (na época dos faraós).
Por volta do ano 3100 a.C o rei Menés, também chamado Narmer, uniu as terras do alto Egipto, a sul e as do baixo Egipto, a norte. Desta unificação nasceu um grande e poderoso império que durou cerca de 3000 anos.
Os trabalhadores andavam com uma espécie de saias e com o tronco nú, devido ao calor que no Egipto existia.
As mulheres da realeza apanhavam dos jardins os nenúfares dos lagos para se enfeitarem ou para enfeitar o palácio.
Todos os anos o rio Nilo inundava as plantações e eram as cheias do Nilo que fertilizavam as agriculturas.
No Egipto Antigo existiam três estações do ano:
A das cheias (Junho, Julho, Agosto e Setembro);
A da sementeiras (Outubro, Novembro, Dezembro e Janeiro);
A da colheita (Fevereiro, Março, Abril e Maio).
Esperavam a seguir novo período de cheias…
A sua alimentação era normalmente baseada em peixe, carne de vaca, cerveja e vinho.
As chitas eram domesticadas na casa do Faraó, o pato, a vaca e a avestruz eram animais que pertenciam à alimentação e para enfeitar.
Através do rio Nilo, os excedentes agrícolas e os produtos fabricados eram transportados até ao Mar Mediterrâneo, para serem comercializados com o exterior. Em contrapartida, os Egípcios importavam matérias-primas, metais, pedras preciosas e madeira.
Eles utilizavam o lápis lazuli, o coral e as turquesas que eram pedras preciosas.