terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O Faraó Tutankhamon

Desta vez decidimos falar do Faraó Tutankhamon.
Este faraó nasceu no Egipto por volta de 1346 a.C. Era filho do Faraó Akhenaton.
Ainda existem muitas dúvidas sobre a vida de Tutankhamon. Foi o último faraó da 18ª dinastia. Durante seu curto período de governo, levou a capital do Egito para Memphis e retomou o politeísmo, que havia sido abandonado pelo pai Akhenaton.
Alguns pesquisadores acreditam que tenha sido vítima de uma conspiração na corte e, possivelmente, tenha sido assassinado com um golpe na cabeça, pois o crânio da múmia do faraó apresenta uma perfuração.
Estudos mais recentes efectuados na múmia do faraó revelaram que a causa mais provável da sua morte tenha sido malária. Tutankhamon era também portador de uma doença conhecida como Kohler-Freiberg que provoca inflamação em cartilagens e ossos dos pés.

Tesouros de Tutankhamon

A importância atribuída para este faraó está relacionada ao facto do seu túmulo situar-se no Vale dos Reis e por ter sido encontrado intacto. Nele, o arqueólogo inglês Howard Carter encontrou, em 1922, uma grande quantidade de tesouros. O corpo mumificado de Tutankhamon também estava no túmulo, dentro de um sarcófago, coberto com uma máscara mortuária de ouro. O caixão onde estava a múmia do faraó também é de ouro maciço. No tumulo de Tutankhamon foram encontradas mais de cinco mil peças (tesouros). Entre os objectos estavam jóias, objectos pessoais, ornamentos, vasos, esculturas, armas, etc. Durante a escavação do tumulo de Tutankhamon, alguns trabalhadores da equipa morreram de forma inesperada. Criou-se então a lenda da Maldição do Faraó. Na parede da pirâmide foi encontrada uma inscrição que dizia que morreria aquele que perturbasse o sono eterno do faraó. Porém, verificou-se depois que algumas pessoas morreram após ter respirado fungos mortais que estavam concentrados dentro da pirâmide.

Os materiais escolares em francês

Les objects scolairs:

-la crai - giz

-la règle -a régua

-le tableau noir - quadro preto

-le livre -o livro

-la trousse - estojo

-le cahier -o caderno

-le crayon - lápis

-la feville -a folha

- le stylo - caneta

-le cartable -mochila

-les crayons de couleur -lápis de cor

-les ciseaux -a tesoura

-les feutres - marcadores

-le ruban adhésif - fita cola

-la gomme - borracha

-le correcteur - o corrector

-la colle - a cola

-le taille-crayon - o afia

Os Deuses do Antigo Egipto

Os egípcios eram um povo extremamente religioso. Eram politeístas, isto é, acreditavam na existência de vários deuses.
Amon-Rá era o deus do Sol -"O mais venerado e pai do Faraó";
Osíris, que os egípcios acreditavam ter sido o primeiro rei-deus a governar a terra egípcia e que presidia ao julgamento dos mortos;
Ísis, a esposa de Osíris e mãe de Hórus, o deus-falcão, protector dos faraós;
Outras divindades igualmente veneradas eram: Maat, deusa da verdade e da justiça;
Anúbis, deus dos embalsamamentos ou da mumificação.
Os deuses egípcios, na sua maioria, simbolizavam forças da natureza e eram imaginados como seres benéficos e protectores. Os egípcios representavam os deuses umas vezes com formas animais, outras vezes com a forma humana, e, outras vezes, ainda, com forma mista, humana e animal.
Os egípcios acreditavam na vida para além da morte.
Após a morte, a alma iria comparecer no Tribunal de Osíris, onde seria julgada.
Eles também tinham vários ritos funerários: um deles era a mumificação dos mortos.
A construção de grandes túmulos foi uma manifestação de culto dos mortos.

O templo egípcio é composto por cinco compartimentos:
1 – Pilone, grande porta de entrada;
2 – Obelisco;
3 – Pátio ao ar livre;
4 – Sala hipostila com tecto sustentado por colunas;
5 – Santuário, com a estátua do deus.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Imperador Romano - Júlio César

Gaius Julius Caesar foi um líder militar e político da Républica. As suas conquistas na Gália estenderam o domínio romano até ao Oceano Atlântico: um feito de consequências dramáticas na história da Europa.
Este imperador nasceu por volta de 100 a.C., de uma família romana de classe alta, de antiga linhagem; dizia-se descendente dos primeiros reis de Roma.

César cresceu em meio a intensos conflitos políticos que arruinaram a decadente República Romana. Ligado por família e casamento aos reformistas populares, liderados por seu tio Caio Mário, César teve sorte de escapar com vida quando o grupo rival conservador, Optimates (Partido da Nobreza), se impôs na ditadura de Sila, em 81 a.C. O revés retardou progressos na carreira do jovem ambicioso César, e ele só alcançou proeminência quando tinha mais de 30 anos. César começou a chamar atenção mais por escândalos do que por talento. Era insaciável mulherengo, famoso pelos casos com mulheres casadas – talvez pai de um dos seus assassinos, Marcos Brutus. Para se destacar em cargo público gastou bem mais do que as posses permitiam, endividando-se profundamente. Assumiu uma posição política de populista radical defendendo, por exemplo, a distribuição de terras para veteranos de guerra e pobres. Não tinha a confiança da elite romana, que o considerava sem escrúpulos na ânsia por riqueza e poder.

Em 60 a.C., César fez aliança particular com o rico e poderoso general e político Marco Licínio Crasso e com Pompeu, o mais vitorioso general de Roma, com o intuito de dominarem a política romana. César era o membro mais novo da aliança (o primeiro triunvirato), mas ela lhe garantiu a eleição de cônsul, o mais alto cargo do Estado. Depois foi nomeado para governar as províncias romanas da Gália (atual França), onde foi enérgico e implacável nas campanhas contra tribos célticas e germânicas. Cesar não se limitou a seu território. Cruzou o Reno e fez incursões na Alemanha; ao norte, alcançou o rio Tâmisa, na Britânia. As vitórias lhe trouxeram riqueza e glória, além de instrumentos para alcançar o poder; compartilhou privações e perigos nas marchas e batalhas com seus legionários, os enalteceu e os recompensou, que em troca eram mais leias a ele do que a República.

No final de 50 a.C., o Senado, controlado por Pompeu, ordenou a César o desmobilizar as legiões depois da conclusão do bem-sucedido governo de dez anos na Gália. César recusou-se a obedecer e atravessou com as legiões o rio Rubicão, que separava a Gália Cisalpina (região da Gália ao sul dos Alpes) da província da Itália. Ocupou com facilidade Roma e iniciou guerra aberta contra Pompeu pelo domínio do mundo romano. Depois de dois anos de luta, em agosto de 48 a.C., César conseguiu a vitória na batalha de Farsalo. Pompeu foge, mas é morto no Egito um mês depois. Apesar de os filhos de Pompeu, Sexto e Gneu continuarem com a guerra civil até 45 a.C., a extraordinária habilidade militar de César lhe deu o poder supremo que buscava.

Durante seu breve governo, César revelou zelo por inovação e reforma. Reduziu pela metade o número de cidadãos romanos dependentes da ração de pão do Estado, enviando os destituídos para colônias na Itália e no exterior, e reformou o calendário. Mas demonstrou também grande arrogância. Por exemplo, a República havia no passado nomeado um “ditador” temporário, líder com poderes excepcionais para lidar com emergências, mas César assumiu o papel permanente, e divulgou o fato em moedas.

Em 15 de março de 44 a.C, César planejou comandar um exército contra os partas, no Oriente Médio. Um grupo de senadores comandados por Caio Cássio, Longino e Marco Brutus, motivados por ideais republicanos e desejo de defender privilégios, conspirou para matá-lo antes de deixar Roma. César foi esfaqueado na Cúria, onde iria discursar no Senado. A morte causou distúrbios e, ironicamente o fim da República que os assassinos queriam restaurar. Dois anos depois de sua morte o Senado o aclamou deus. É lembrado até hoje como talentoso e grande líder militar. Seu nome foi adorado e usado como título por todos os imperadores romanos.

As conjunções...

Nós hoje vamos falar sobre as conjunções.
As conjunções são palavras invariáveis que servem para ligar frases ou elementos da frase.

Conjunções Coordenativas:

Copulativas= e; nem;
Adversativas= mas; porém; todavia; contudo;
Disjuntivas= ou;
Conclusivas= logo; portanto;

Conjunções subornativas:

Temporais= quando; enquanto;
Causais= como; porque; pois;
Condicionais= se;
Comparativas= como; conforme;
Finais= para que;
Concessivas= embora;
Consecutivas= que;
Completivas=que; se.

Exemplos de exercícios:

1-A capa do livro chama a atenção porque as cores são vivas.
Porque= é uma conjunção subornativa causal.

2-Se quiser fazer uma pesquisa sobre o autor, procuro na internet.
Se= é uma conjunção subornativa condicional.

3-Está a chover, portanto não vou à piscina.
Portanto=é uma conjunção coordenativa conclusiva.

4-Este livro foi um êxito, mas nem muita gente gostou.
Mas= é uma conjunção coordenativa adversativa.

5-Gosto de ver um bom filme como gosto de ler um bom livro.
Como= é uma conjunção subornativa comparativa.

Programas de Televisão na América

Esta semana, na aula de Inglês, falámos sobre os tipos de televisão na América tais como:

  • Cartoons (Desenhos animados)
  • Talk shows (Discussão de um tema)
  • Documentaries (Documentários)
  • Sports programmes (Programas de desporto)
  • The News (Noticiários)
  • Soap Operas (Telenovelas)
  • Quiz Shows (Concursos de problemas)
  • Reality shows (Programas)
  • Police drama (Drama policial)
  • Comedy programmes (Programas de comédia)

Deixamos em baixo algumas imagens de exemplo. Até para a semana!

















Doenças sexualmente transmissiveis




Decidimos escolher um dos temas abordados nas aulas de Formação Cívica.
As doenças sexualmente transmissiveis. Escolhemos uma das muitas que existem "A sida".

A SIDA: Este vírus introduz-se no organismo humano, podendo permanecer “inactivo” ou “activo”, destruindo o sistema imunitário da pessoa.
Um indivíduo infectado com este vírus pode contrair e desenvolver infecções variadas ou certos tipos de cancro. Ainda não foi descoberta a cura para a sida, sendo esta mortal.

Sintomas: Apenas alguns desenvolvem. Ao serem contagiados, os primeiros sintomas são muito parecidos com a gripe (febre, transpiração e debilidade geral) e em cerca de 30% dos casos verifica-se também um inchaço dos gânglios de pescoço, axilas e virilhas. Se o inchaço durar 3 meses, está quase confirmado que essa pessoa é portadora do vírus.

Formas de contágio: : (...) Partilhar seringas , relações sexuais com portadores, sexo oral,transmissão ao feto pela mãe, tatuagens com agulhas não esterilizadas, partilhar objectos cortantes e pessoais (lâminas, escovas de dentes, máquinas de barbear (...)

Formas de prevenção: Não é aconselhavél ter relacões com portadores do virus, mas caso isso aconteça devem usar-se SEMPRE métodos contraceptivos. Apesar de isso não garantir a proteção total da pessoa.

Como encontrar a Estrela Polar

Não há constelação mais conhecida e mais fácil de localizar do que a Ursa Maior. Quando se prolonga cinco vezes a distância entre as estrelas Alfa e Beta desta constelação, também chamadas estrelas guardas da Ursa Maior, encontra-se a última estrela de cauda da Ursa Menor: a Estrela Polar.

A Estrela Polar só é vista pelos habitantes do hemisfério Norte, encontrando-se no alinhamento do eixo de rotação da Terra quando prolongado para Norte. É por isso que a Estrela Polar nos indica o ponto cardeal Norte e nos parece a única que não se move no céu durante a noite.

Eça de Queirós


José Maria de Eça de Queirós nasceu na Póvoa de Varzim, 25 de Novembro de 1845 e morreu em Paris, 16 de Agosto de 1990. É um dos mais importantes escritores lusos. Foi autor, entre outros romances de importância reconhecida, de Os Maias e O crime do Padre Amaro.

Em 1861, matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Aqui, juntou-se ao famoso grupo académico da Escola de Coimbra.

Terminou o curso em 1866 e fixou-se em Lisboa, exercendo simultaneamente advocacia e jornalismo.

Foi na cidade do Lis que elaborou O Crime do Padre Amaro. Trata-se de uma obra polémica, que causou protestos da Igreja Católica, ao ser publicada, sendo uma das obras do escritor português mais difundidas por todo o mundo.

Em 1886, casou com D. Maria Emília de Castro, uma senhora fidalga irmã do Conde de Resende. O seu casamento é também sui generis, pois casou aos 40 com uma senhora de 29.

Em 1888 foi com alegria transferido para o consulado de Paris. Publica Os Maias e chega a publicar na imprensa Correspondência de Fradique Mendes e A Ilustre Casa de Ramires.

Nos últimos anos, escreveu para a imprensa periódica, fundando e dirigindo a Revista de Portugal.

Anne Frank

Annelisse Maria Frank nasceu em Frankfurt a 12 de Junho de 1929 e morreu a 31 de Março de 1945, num campo de concentração na Alemanha.
Anne era uma adolescente de origem judaica, como todas as outras, mas sentia-se muito só.
Era filha de Otto Heinrich Frank e Edith Frank-Hollander e tinha uma irmã mais velha chamada Margot.
No seu aniversário ofereceram-lhe um diário, mas ela não gostava da ideia de ver aquele caderno como o diário, por isso chamou-lhe Kitty e escreveu nele como se estivesse a escrever para uma amiga.
No seu diário escrevia o que pensava e o que sentia.
Anne e a sua família, juntamente com mais quatro pessoas (Peter, Dussel, Sr. e Sra. Van Daan) viveram 25 meses durante a Segunda Guerra Mundial, num anexo de quartos por cima do escritório do pai dela, em Amsterdão, depois de receberem uma carta a dizer que iam ser deportados.
Miep Gies, mais uma pessoa que a ajudava, e que estava lá quando Anne e a sua família foram levados pelos alemães, ainda é viva e actualmente mora na América.
Anne Frank e sua família foram mandadas para o campo de concentração de Auschwitz, na Polónia. Mais do que um campo de concentração, era também um campo de extermínio. Idosos, crianças pequenas e todos aqueles que fossem considerados inaptos para o trabalho eram separados dos demais para serem mortos de imediato.
Todos estes tristes acontecimentos foram devidos a Adolf Hitler, um ditador alemão que achava que tinha de criar uma raça perfeita de pessoas brancas, loiras e de olhos azuis, e para isso tinha de fazer os judeus desaparecer.
Anne Frank e o resto da sua família morreram nos campos de concentração, a não ser o seu pai, que acabou por sair e algum tempo depois encontrou o diário da sua filha, que mais tarde seria publicado e traduzido em 68 linguas como "O Diário De Anne Frank".